No quinto número, que acaba de ser lançado sob o tema “Nietzsche e a religião”, contamos com a presença do Prof. Dr. Oswaldo Giacoia Jr (Unicamp) e do Prof. Dr. Antônio Edmilson Paschoal (PUC-PR) no nosso conselho editorial. Além disso, a eles se junta o Prof. Dr. Renato Nunes Bittencourt (recém doutor pela UFRJ), que migra da comissão editorial para o conselho. Na comissão, entra a doutoranda pela UFRJ Ana Claudia Gama Barreto, que passa a compartilhar o cargo de revisora técnica.
É o primeiro número que passa a contar com a seção “Resenhas”
Elaboramos novas regras para publicação que passam a vigorar a partir do quinto número. No início de cada artigo deverá constar, além de um resumo de no máximo 500 palavras e de 3 palavras-chave em português, uma tradução para o inglês (abstract e key-words). Além disso, com a intenção de adotar o padrão internacional e de facilitar o diálogo com outros periódicos brasileiros, modificamos nosso quadro de siglas, embora algumas poucas siglas em português ainda difiram de outros periódicos. Antes das siglas em português, como já é amplamente feito na pesquisas Nietzsche, incluímos as siglas em alemão, internacionalmente conhecidas, separando-as por uma barra. Textos menos conhecidos, como a “Exortação aos alemães”, “Um discurso de Ano Novo para o editor do semanário ‘Im neuen Reich’” e “Sócrates e a tragédia grega” foram incluídos. Para que os leitores dos quatro primeiros números possam compreender as regras antigas, informamos que:
(i) A primeira sigla, antes da barra, é a sigla alemã, agora adicionada;
(ii) em Humano, demasiado humano, vol.1, a sigla foi alterada de HH para MAI/HHI;
(iii) as siglas das quatro Considerações extemporâneas foram simplificadas para o padrão alemão. Assim, se altera: David Strauss, o devoto e o escritor, de CE.1 para DS/DS. Da utilidade e desvantagem da história para a vida, de CE.2 para HL/HL. Schopenhauer como educador, de CE.3 para SE/SE. Richard Wagner em Bayreuth, de CE.4 para WB/WB.
(iv) os textos que não possuíam siglas no quadro anterior e tinham seus títulos citados por extenso, agora possuem siglas específicas. Por isso, a antiga oitava regra das normas de publicação dos primeiro quatro números foi extinta, já que ela dizia: “No caso de textos cujas abreviaturas não foram previstas pela revista, o título deverá aparecer em itálico, em primeiro lugar. Ex: Cinco prefácios para cinco livros não escritos, ‘O Estado grego’.” Portanto, no caso citado, por exemplo, passa-se a colocar CV/CP, “O Estado grego”.
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A idéia germinal foi estabelecida pelo então doutorando da UFRJ, Renato Bittencourt, que convidou os demais integrantes da primeira comissão para dar vida ao projeto. Foram convidados Tiago Barros, então doutorando da UERJ, Danilo Bilate, então doutorando da UFRJ (que passou a ocupar também a função de Revisor Técnico), João C. Galvão Jr., então doutorando em Ciências Políticas da UFF e Maria Cristina dos Santos de Souza, Doutora pela UERJ. Para o conselho editorial, foram convidados os Professores Doutores André Martins (UFRJ), Gilvan Fogel (UFRJ), Marcos Sinésio Pereira Fernandes (UFMA – in memorian), Mário Sérgio Ribeiro (UFJF), Miguel Angel de Barrenechea (UNIRIO), Ricardo Jardim de Andrade (UFRJ) e Rosa Maria Dias (UERJ).
O primeiro número foi lançado no 1º semestre de 2008, na forma de uma edição comemorativa, com vários artigos de autores convidados.
No segundo número, lançado no 2º semestre de 2008, realizamos a primeira chamada pública de artigos, com uma seleção democrática e rigorosa. Optamos pela vinculação de cada número a um tema específico e, nesse segundo número extraordinariamente, escolhemos dois: “Pensamento trágico” e “Perspectivismo”. Tivemos o prazer de receber o aceite de dois Professores Doutores pesquisadores de Nietzsche, que passaram a integrar o conselho: André Luís Mota Itaparica (UFRB) e Olímpio José Pimenta Neto (UFOP). Além do acréscimo qualitativo óbvio, seguimos a intenção, já presente no projeto original, de expandir a revista territorialmente, com duas novas instituições universitárias sendo representadas.
O terceiro número, com chamada pública para o tema “Vontade”, foi lançado no 1º semestre de 2009. Escolhemos aumentar o rigor da seleção, o que fez diminuir o número de artigo publicados. Mais uma vez com a intenção de melhorar o conselho e expandi-lo geograficamente, convidamos e tivemos o prazer de contar com o aceite dos Professores Doutores pesquisadores de Nietzsche, Clademir Araldi (UFPEL) e Tereza Cristina B. Calomeni (UFF). Iniciou-se a percepção de que seria interessante uma maior participação do conselho e o enxugamento da comissão. Por isso, a comissão editorial, ao contrário, diminuiu, com a saída voluntária da excelente Maria Cristina Santos de Souza, de quem a comissão restante permanece profundamente agradecida.
O quarto número, com chamada pública para o tema “O tempo na filosofia de Nietzsche”, foi lançado no 2º semestre de 2009. Tivemos o prazer de receber o primeiro artigo estrangeiro, de Victor Gonçalves, de Portugal que, além de tudo, foi sintoma do surpreendente alcance que a revista possui também fora do país. Notícia imensamente triste, nós todos perdemos o grande amigo Prof. Dr. Marcos Sinésio Pereira Fernandes (UFMA) que, infelizmente, não continuará trabalhando, como sempre fez, em favor da revista. Seguindo decisões anteriores, favorecemos uma maior participação do conselho e, por outro lado, a comissão diminuiu mais uma vez, com a saída voluntária do competente João C. Galvão Jr, para quem dirigimos todos os agradecimentos possíveis. O sítio virtual da revista foi modificado em vários pontos, tornado-se mais versátil, integrativo e inteligente. Com a inclusão do item “notícias”, inauguramos um espaço para a visualização das chamadas de texto e de outras notícias de interesse para o nosso público. Nesse item, é possível agora que o leitor faça comentários sobre a revista que podem ficar visíveis, a critério da comissão. Abriu-se então mais um espaço de diálogo, além da via do correio eletrônico, já anteriormente presente no item “contato”. Além disso, este item “histórico” foi criado, através do qual a comissão editorial quer dar maior visibilidade e transparência de seus trabalhos, mostrando o desenvolvimento e a evolução técnica da revista, de modo que o leitor possa ter plena consciência da nossa trajetória e se sentir mais próximo do periódico. Por último, foi acrescentado um atalho para o expediente de cada número em separado, para que se possa conhecer o conselho e comissão editoriais de cada edição.